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	<description>O BUSSABLOG com muito Rock e Banda NAJA.</description>
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		<title>IRON MAIDEN &#8211; EN VIVO! &#8211; DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 20:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://najarock.com.br/Blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=iron6.jpg" title="iron6"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/photos/iron6.jpg" class="pp_image" alt="iron6" width="450" height="416" /></a></p>
<p>EXPECTATIVA&#8230; Adquiri o DVD lançado este mês pela banda. <strong>EN VIVO!</strong> é o mais novo registro ao vivo do sexteto feito no Chile, que capta a fase atual, priorizando canções dos anos 2000 na sua primeira metade, deixando os clássicos absolutos para a segunda parte. Diz respeito à tour do álbum <strong>THE FINAL FRONTIER</strong>, cuja resenha encontra-se postada aqui no blog. Confesso que comprei o vídeo com alguma expectativa e estava ansioso para assisti-lo. De cara, ao abrir a embalagem, me deparo com um encarte que é uma das coisas que gosto de “saborear” sempre recheados com fotos e informações sobre a tour&#8230; Desta vez temos um encarte relativamente pobre, onde encontramos  apenas algumas fotos, as datas e locais da tour e os agradecimentos. Isso já foi mais caprichado em outras épocas&#8230;, mas tudo bem. Vamos colocar o disquinho no aparelho e mergulhar na novidade.</p>
<p>E até começa bem dinâmico e com algumas novidades em se tratando de Maiden, pois temos o áudio interminável de <strong>SATELLITE 15</strong> com seus exatos 4:37 min. O que salvou foi que, durante sua execução (em playback – o que já era esperado), as imagens mostravam a banda desde sua chegada ao país até sua entrada no palco, passando por rápidas imagens de montagem de palco e todos os preparativos, alternando com imagens do clipe oficial da faixa em questão. A tela é dividida em 2 ou 3 partes e as imagens vão mostrando a ordem cronológica de tudo até a entrada deles no palco para começar o som a o vivo. A música <strong>THE FINAL FRONTIER</strong> é bem executada e ao vivo ficou muito boa. Bastante energia dos músicos e do público deu um brilho especial à canção. Em seguida vem <strong>EL DORADO</strong>, que também entra cheia de energia. A galera canta o refrão em uníssono. As imagens são bastante alternadas e sempre num take distante. Quase não se vê “zoom”. Talvez seja uma tendência atual, pois em vídeos anteriores, as imagens preferidas dos câmeras eram da cintura pra cima, dando close nas expressões faciais dos músicos. Quando aparece esse tipo de imagem no vídeo a tela é dividida em 3 partes e o close fica pequeno&#8230; Ou talvez os músicos já não queiram mais ser filmados tão de perto&#8230; pra esconder as rugas e imperfeições impostas pelo tempo&#8230;  Enfim, na sequencia temos <strong>2 MINUTES TO MIDNIGHT</strong>,. Particularmente gosto muito dela, mas essa canção é do tempo que não tínhamos a preocupação de ver se a música tinha ficado boa ao vivo. Ela era boa ao vivo e em estúdio&#8230; Sempre será boa. Destaque para algumas firulas no solo de Adrian, que improvisou (coisa que não é muito de seu feitio). Sempre muito preciso no que faz, achei que deixou um pouco a desejar no feeling da intro, mas ela ainda continua sendo feita por ele. <strong>TALISMAN</strong> vem em seguida. A música tem uma boa energia na parte mais rápida, mas sua intro é graaaaaande demais e, na minha opinião, isso ao vivo não é bom (no estúdio já não é&#8230;). Quebra um pouco o clima do show, mas é material novo&#8230; Aliás, das músicas novas, a seguinte <strong>(COMING HOME)</strong> é a que mais se destaca. Gostei dela no estúdio e ao vivo. Acho essa o ponto alto do material novo. DANCE OF DEATH marca uma boa fase dos anos 2000, Este álbum homônimo contém faixas boas como a faixa-título, Paschendale e Montsgure&#8230;  <strong>DANCE OF DEATH</strong> ganhou uma releitura fiel à original, mas um pouco mais cadenciada. Bem executada, mostra uma banda sempre preocupada em pinçar material de várias fases e mostrar a importância de todo  seu material, mesclando antigo e atual. Afinal essa música já tem 9 anos&#8230; mas é da fase atual&#8230; <strong>THE TROOPER</strong>&#8230; o que dizer. Acho que desde 1983, todos os shows da banda tem essa música. Talvez só em MAIDEN ENGLAND não a encontremos&#8230; Podem dizer que é repetitivo tocá-la sempre, mas ela tem uma energia “da gota serena da bixiga”. E sempre é bom colocar uma dessas no meio do material mais recente pra dar uma agitada maior na galera. O primeiro solo dela é de Adrian. Eu acho que ele deveria tocá-lo sozinho, mas a banda (Harris) insiste que Smith-Gers devem fazer o mesmo solo juntos. Não fica bom. Um atropela o outro e nunca fica limpo. Isso acontece desde a tour de Brave New World&#8230; por falar nisso, a próxima canção é <strong>THE WICKERMAN</strong>. Uma de minhas preferidas da nova safra (entenda nova desde a volta de Bruce-Adrian à banda em 2000). Adrian deu uma mudadinha na intro, mas ficou boa. Ela tem uma puta energia. Devo dizer que ao presenciá-la no ROCK IN RIO 3 em 2001, diante da volta dos integrantes originais e de todo o contexto, as lágrimas verteram à época&#8230; ao lado do grande amigo Wilson&#8230;, mas dessa vez consegui assistir sem maiores emoções. O registro ficou bom. <strong>BLOOD BROTHERS</strong> vem logo depois e mantém a mesma atmosfera da época&#8230; Gosto dela. <strong>WHEN THE WILD WIND BLOWS</strong> vem em seguida pra fechar a fase mais recente da banda. A versão ao vivo ficou melhor que a de estúdio, mas ainda acho a música grande demais&#8230; O solo de Adrian é irrepreensível. Dave sempre com seu feeling e improviso sempre mata a pau e falar dele é chover no molhado. Gers cumpre seu papel. Pra dizer a verdade não sou fã dele, mas já me acostumei com sua guitarra na banda e suas firulas no palco.</p>
<p>Daqui pra frente vem as antigas. <strong>THE EVIL THAT MAN DO</strong> sempre é uma boa pedida, assim como as seguintes. O primeiro solo é feito por Smith-Gers juntos e novamento temos a “embolada atropelada”, mas tudo bem&#8230;  <strong>FEAR OF THE DARK</strong> é sempre boa, mas nesta versão está tão cadenciada (lenta), que chega a irritar&#8230; A canção<strong> IRON MAIDEN </strong>não pode faltar, até pelo lado teatral do famoso EDDIE&#8230; A tela chega a ser dividida em 5 partes – se sua TV for pequena, pegue uma lupa&#8230;  Na tão esperada aparição, o monstrengo não decepciona e se mostra um gigante bocudo e assustador&#8230; tudo bem, nem tanto&#8230;, mas o boneco é bem feito e agrada os presentes. Confesso que depois que vi a múmia ao vivo em 2008-2009, esse frissom passou um pouco, mas sempre é interessante ver o teatro. Em <strong>THE NUMBER OF THE BEAST</strong> temos efeitos visuais de impacto, como uma iluminação vermelha e uma foto do Eddie atual em close ao telão do fundo do palco. <strong>HALLOWED BE THY NAME </strong>mantém sua força de sempre. É presença obrigatória em qualquer show do Maiden. Um pouco mais cadenciada, mas numa boa velocidade, não deixa perder o clima da música. A versão está mais próxima da original. O show fecha com a clássica <strong>RUNNING FREE</strong>. A banda parece curtir bastante tocá-la. A galera gostou.</p>
<p>Resumindo, o show foi legal, Harris já não faz mais as mesmas cavalgadas de outrora, mas ainda assim é o cara&#8230; Bruce fez seu papel com extrema competência como sempre. Nicko é um baterista que dispensa apresentação. Ocupa sempre todos os espaços da música sempre batendo em algum lugar&#8230; e dá certo. O DVD em si deve ser encarado como tal. Não é um registro para fãs saudosistas ou aqueles que esperam uma surpresa. É apenas o registro da tour que se preocupa em mostrar uma banda que tem uma história antiga e sólida, mas que também ainda consegue criar novo material e amealhar novos fãs para seu currículo. Seria muito cômodo pra eles fazer shows somente com as músicas antigas. Provavelmente eles vão alternar tours com material novo e antigo até o fim da carreira. Confesso que prefiro o antigo, mas devemos sempre estar abertos para o novo&#8230; É isso!</p>
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		<title>SYSTEM OF A DOWN – Chácara Jóquei – 01/10/11</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 03:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RacerX</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Olha eu aqui novamente me metendo no Blog do Bussa! Eu escrevi um texto pra postar no Blog na época que o SOAD passou por aqui mas não sabia onde diabos tinha arquivado o texto. Hoje estava excluindo alguns arquivos do meu HD e acabei encontrando um rascunho do texto e resolvi postar por aqui. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/03/soad-sp.jpg"><img class="size-full wp-image-573" title="SOAD" src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/03/soad-sp.jpg" alt="SOAD - SP - 01/10/11" width="600" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">SOAD - SP - 01/10/11</p></div>
<p>Olha eu aqui novamente me metendo no Blog do Bussa!</p>
<p>Eu escrevi um texto pra postar no Blog na época que o SOAD passou por aqui mas não sabia onde diabos tinha arquivado o texto.</p>
<p>Hoje estava excluindo alguns arquivos do meu HD e acabei encontrando um rascunho do texto e resolvi postar por aqui.</p>
<p>Então, segura a peteca!</p>
<p>Fiquei sabendo que o SOAD tocaria em São Paulo através do Whiplash e &#8230;. Uau!!! Tenho que ir neste show!</p>
<p>Corre daqui e corre dali, acabei arrumando um par de ingressos (obrigado pelos ingressos Bia – namorada do meu sobrinho Daniel). Tudo certo pra ir até que Deus resolveu chamar meu querido pai pra morar lá no céu cinco dias antes do show.</p>
<p>Fiquei na dúvida se ia ou não ao show. Pensei com os meus botões: “Porra!!! Meu pai morreu! To triste? É claro que tô! Vai mudar alguma coisa eu não ir ao show? Não! Nada mudará!”<br />
Troquei uma ideia com meu velho expliquei que tava triste pra caralho mas que a vida continua. Expliquei que a idéia inicial era ir ao show pra curtir, mas depois que ele se foi eu também precisava espairecer um pouco. Foram dias de muita tensão, preocupação e tristeza.</p>
<p>Sei que ele me ouviu e deve ter dito de onde quer que estivesse: “Vai lá filhão! Só vê se não vai encher a lata!”</p>
<p>Deixei as crianças na casa da minha mãe, passei a mão nos ingressos e na patroa (no bom sentido) e “rumbora” pro show!<br />
Peguei o Daniel (meu sobrinho) e a Bia (namorada dele) no meio do caminho e logo chegamos na chácara Jóquei.</p>
<p>Estacionei o carro no estacionamento do evento que mais parecia uma olaria de tanto pó que tinha! Fomos pra fila e logo entramos.</p>
<p>Pra encurtar a história eu tomei umas brejas enquanto rolava o show do “Macaco Bongo” na abertura. Banda bastante competente, mas achei que o som destoou um pouco do contexto.</p>
<p>Bom, terminou o som dos caras e o palco começou a ser preparado pro SOAD.</p>
<div id="attachment_574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/03/System+of+a+Down.jpg"><img class="size-full wp-image-574" title="SOAD" src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/03/System+of+a+Down.jpg" alt="SOAD" width="500" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">SOAD</p></div>
<p>Eu e a patroa nos acomodamos num lugar legal, próximo a torre de som.</p>
<p>As luzes se apagaram, a galera ficou com “sangue no zóio” e o show começou! Assim mesmo! Curto e grosso (no bom sentido)!<br />
Consegui segurar umas duas músicas no local que eu estava porque começou um empurra do caralho e a patroa não agüentou e pediu pra gente ir mais pro fundo.<br />
Pra piorar passamos no meio de umas duas rodas porque não tinha como escapar! Ainda bem que não tomamos cotoveladas e bicudas! Rssssss!</p>
<p>Confesso que não conhecia muita coisa do SOAD e fui pra ver os hits da banda. O problema é que praticamente todo o setlist era de hits!!!</p>
<p>Só sei que a apresentação foi irretocável! Os caras tocaram praticamente sem parar um repertório de 28 músicas!!! Vai ter fôlego assim lá na casa do caralho!!!!<br />
O som que o SOAD fez ficou praticamente igual ao das gravações aumentando ainda mais a emoção do show. Nada de versões e firulas!</p>
<p>Das coisas novas que apareceram de uns tempos pra cá, considero o SOAD como referência juntamente com o Slipknot.</p>
<p>O show foi muito bom! Valeu cada centavo gasto! Se os caras vierem pra cá novamente eu to dentro!</p>
<p>Banda:</p>
<p>Serj Tankian &#8211; vocais, teclados</p>
<p>Daron Malakian &#8211; guitarra, vocais</p>
<p>Shavo Odadjian &#8211; baixo</p>
<p>John Dolmayan &#8211; bateria</p>
<p>Setlist</p>
<p>Prison Song<br />
B.Y.O.B<br />
Revenga<br />
Needles<br />
Deer Dance<br />
Radio/Video<br />
Hypnotize<br />
Question!<br />
Suggestions<br />
Psycho<br />
Chop Suey!<br />
Lonely Day<br />
Bounce<br />
Lost In Hollywood<br />
Kill Rock N&#8217; Roll<br />
Forest<br />
Science<br />
Mind<br />
Innervision<br />
Holly Mountains<br />
Aerials<br />
Vicinity Of Obscenity<br />
Tentative<br />
Cigaro<br />
Suite-Pee<br />
War?<br />
Toxicity<br />
Sugar</p>
<p>Aqui tem um vídeo da abertura <a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&amp;v=XsLEwp3siHk">(Prison Song)</a>. Pelo vídeo dá pra sacar como foi a apresentação. Parecia um ataque aéreo! Quando eu achar as fotos e vídeos que fiz eu posto aqui.</p>
<p>E tenho dito!</p>
<p>22/03/2012<br />
Conforme prometido segue dois vídeos que fiz. Desculpem pela qualidade mas realmente foi difícil filmar e segurar a patroa&#8230;rssss!</p>
<p>Abertura: <a href='http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/03/01.mp4'>Prison Song</a></p>
<p>Chop Suey: <a href='http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/03/02.mp4'>Chop Suey</a></p>
<p>Abs!</p>
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		<title>Whitesnake &#8211; Live at Donington &#8211; 1990</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 20:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RacerX</dc:creator>
				<category><![CDATA[WHITESNAKE]]></category>

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		<description><![CDATA[Boas pessoal! Tô aqui meio sem jeito pra escrever este texto, pois o espaço é impecavelmente utilizado e administrado pelo Bussa, cujos textos são cuidadosamente lapidados! Mas como o blog tá meio parado e o Bussa anda fazendo muita biopulpectomia e drenagem de abscessos intra-orais, resolvi tomar uma dose de coragem (acompanhada de um &#8220;aperitivo&#8221;) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://najarock.com.br/Blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=whitesnake&amp;pp_image=Live_at_Donington_1990_1.jpg" title="Live at Donington 1990 1"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/photos/Live_at_Donington_1990_1.jpg" class="centered" alt="Live at Donington 1990 1" width="325" height="448" /></a></p>
<p>Boas pessoal!</p>
<p>Tô aqui meio sem jeito pra escrever este texto, pois o espaço é impecavelmente utilizado e administrado pelo Bussa, cujos textos são cuidadosamente lapidados!<br />
Mas como o blog tá meio parado e o Bussa anda fazendo muita biopulpectomia e drenagem de abscessos intra-orais, resolvi tomar uma dose de coragem (acompanhada de um &#8220;aperitivo&#8221;) e escrever este texto.</p>
<p>Então, vamos lá!<br />
Recebi  uma cópia (completamente duvidosa) de um DVD do Whitesnake chamado“Live at Donington 1990&#8243;. Este DVD registra a apresentação do Whitesnake no tradicional festival Inglês Monsters of Rock.<br />
Mr. Coverdale montou um time de primeira contando com: Adrian Vandenberg e Steve Vai nas guitarras, Rudy Sarzo no baixo e Tommy Aldridge na bateria, o mesmo time que gravou o ótimo álbum “Slip of the Tongue” em 1989.</p>
<p>Não vou comentar as músicas mas sim o clima do show. Quem ler essa matéria, ou vai rir, ou vai me odiar! rssssss!!!</p>
<p>O local estava lotado e pra falar a verdade não sei (nem quis me informar! rssssss) quais as outras bandas tocaram na mesma noite. Só sei que o Coverdale agradece ao Aerosmith e o Poison.<br />
O repertório &#8220;pinça&#8221; ótimos sons do Whitesnake e já começa com o tiro na testa que é &#8220;Slip of The Tounge&#8221; seguida de &#8220;Slide It In&#8221;. Só por ai deu pra perceber que o restante da apresentação seria marcante.</p>
<p><a href="http://najarock.com.br/Blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=whitesnake&amp;pp_image=whitesnake1989.jpg" title="whitesnake1989"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/photos/whitesnake1989.jpg" class="centered" alt="whitesnake1989" width="450" height="406" /></a></p>
<p>O Coverdale sempre teve uns trejeitos meio esquisitos e nem vale a pena comentar. Seria “chover no molhado”.<br />
Como sempre a voz rasgada dele, que na minha humilde opinião, cai “como uma luva” em qualquer canção Blues estava muito bem colocada.<br />
Tudo bem que o cara dava aquelas famosas jogadinhas de microfone pra platéia cantar e por vezes não conseguia alcançar as notas mais altas, mas vá lá! Correr e rebolar cantando não é nada fácil (rssssss).</p>
<p>O Vandenberg foi o menos tresloucado da banda e deu pra perceber que o cara é competente. Até então ele estava junto com o Coverdale desde 1987 quando o John Sykes <span style="text-decoration: line-through;">foi demitid</span>o saiu do Whitesnake.</p>
<p>Steve!!!!! Vai!!!!!!<br />
Puta merda!!!! O cara é um monstro!!!! E ainda tocou For &#8220;The Love of God&#8221; do álbum &#8220;Passion and Warfare&#8221; que foi lançado em 1990! Solos competentes e ainda por cima não se impôs sobre a guitarra do Vandenberg.</p>
<p>Rudy Sarzo! hahahahahahahaha!!!!<br />
Lembro que ganhei um autógrafo dele numa Expo Music que fui. O cara é o maior fanfarrão no DVD!!!<br />
Em um determinado momento o cara deita sobre o baixo e começa a simular uma &#8220;trepadinha&#8221; com o mesmo!!! Aff!!!!! Fora a parte circense é um “puta” baixo seguro e marcante, pontuando e acrescentando muito peso nas canções.</p>
<p>Tommy Aldridge:<br />
Tommy, assim como eu, é feio pra caralho e acho que já nasceu velho porque desde que vi ele pela primeira vez, ele sempre teve essa cara de velho!!! rsssss!!!<br />
Mas o cara é foda!!! Como dou minhas batucadas por ai, acho que tenho propriedade pra falar com mais desenvoltura da batera.<br />
Quero ver um batera tocar como o Tommy toca! O cara absorve todo o som do palco e &#8220;vomita&#8221; tudo em cima da batera! O cara toca sem esforço e tem uma verdadeira &#8220;pata de urso&#8221;! A pegada dele é fantástica!!!<br />
A impressão que ele passa é que as baquetas são uma extensão do braço e nasceram grudadas neles!!! Só pra me &#8220;zuá&#8221;, o cara larga as baquetas e finaliza o solo dele com as mãos!<br />
Ah, vai pra put&#8230;&#8230;..!!!!<br />
Detalhe é que no DVD do &#8220;Good to Be Bad&#8221; de 2008 ele volta a assumir as baquetas e faz um solo muito parecido (se não for igual) desta apresentação de 1990.</p>
<p>Bom, só sei que os caras podem tranquilamente dançar qualquer tipo de Funk porque caras e bocas (além das linguinhas e gestos) os caras sabem fazer!<br />
Tudo bem que nessa época tinha banda que dava de 10&#215;0 no Whitesnake no quesito &#8220;Poser&#8221;, mas tirando essa atmosfera que rodeava 1990, e o fato de que Coverdale e CIA acabaram com o laquê do Universo,  a apresentação foi muito legal colocando o repertório em evidência.<br />
Vale a pena comprar o DVD ou pelo menos assistir pela web.</p>
<p>É isso ai! Quando o Bussa retornar dos experimentos odontológicos dele, ele pode fazer um review digno!<br />
Set da apresentação:</p>
<p>01. Slip Of The Tongue<br />
02. Slide It In<br />
03. Judgement Day<br />
04. Slow An Easy<br />
05. Kitten’s Got Claws<br />
06. Adagio For Strato (Solo do Adrian Vandenberg)<br />
07. Flying Dutchman Boogie<br />
08. Is This Love<br />
09. Cheap An’ Nasty<br />
10. Crying In The Rain (Puta solo do Tommy Aldridge)<br />
11. Fool For Your Loving (Solo do Vai &#8211; sem comentários!)<br />
12. For The Love Of God<br />
13. The Audience Is Listening<br />
14. Here I Go Again<br />
15. Bad Boys<br />
16. Ain’t No Love In The Heart Of The City<br />
17. Still Of The Night</p>
<p>E tenho dito!</p>
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		<title>THE UNCLES &#8211; &#8220;THE ONE AND ONLY LONELY&#8230;&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 18:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[THE UNCLES]]></category>

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		<description><![CDATA[Galera, ainda no quesito THE UNCLES, conseguimos o único e somente solitário vídeo do show THE UNCLES LIVE ocorrido em 03/12/2011, em comemoração do aniversário de 40 anos do Gério (Maio) e do Bussa (Outubro). Esse vídeo me parece, coincidentemente, resumir todo o espírito do show. Fazer um som pesado, clássico, com energia, entrosamento (apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Galera, ainda no quesito THE UNCLES, conseguimos o único e somente solitário vídeo do show THE UNCLES LIVE ocorrido em 03/12/2011, em comemoração do aniversário de 40 anos do Gério (Maio) e do Bussa (Outubro). Esse vídeo me parece, coincidentemente, resumir todo o espírito do show. Fazer um som pesado, clássico, com energia, entrosamento (apesar dos poucos ensaios), descontração, bom humor e improviso&#8230; O resultado final é bem legal&#8230; Mesmo se não fosse, seria esse o único vídeo que temos, então, bom ou ruim, lá vai ele&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=IuZEcrclXJ4">http://www.youtube.com/watch?v=IuZEcrclXJ4</a></p>
<p>Peço que deixem comentarios (bons ou ruins) com relação ao video. Eu gostei, mas sou absolutamente suspeito para comentar. Abs a todos e obrigado.</p>
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		<title>PROCURA-SE!!!</title>
		<link>http://najarock.com.br/Blog/?p=544</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 21:00:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Segundo informações o NAJA já tem material para um novo trabalho e precisa de baixista para finalizar o material e compor a formação da banda. Interessados podem entrar em contato através dos telefones abaixo para agendar uma entrevista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo informações o NAJA já tem material para um novo trabalho e precisa de baixista para finalizar o material e compor a formação da banda.<br />
Interessados podem entrar em contato através dos telefones abaixo para agendar uma entrevista.</strong></p>
<div id="attachment_545" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/01/procura_se.jpg"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/uploads/2012/01/procura_se.jpg" alt="" title="procura_se" width="480" height="640" class="size-full wp-image-545" /></a><p class="wp-caption-text">Procura-se</p></div>
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		<title>A parabola do Coyotte</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de qualquer coisa, quero dizer que o texto sera escrito sem acentuacao devido a mudancas no teclado&#8230; Numa paisagem bucolica, num local ermo, la esta ele&#8230; incansavel&#8230; e sempre estudando uma maneira de conseguir seu objetivo. Ele tem ideias mirabolantes, planos altamente complexos, calculos e medicoes exatas, mas nao adianta. Na hora H algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de qualquer coisa, quero dizer que o texto sera escrito sem acentuacao devido a mudancas no teclado&#8230;</p>
<p>Numa paisagem bucolica, num local ermo, la esta ele&#8230; incansavel&#8230; e sempre estudando uma maneira de conseguir seu objetivo. Ele tem ideias mirabolantes, planos altamente complexos, calculos e medicoes exatas, mas nao adianta. Na hora H algo sai errado e ele nao consegue finalizar seu plano. Muitas vezes ele esta com a faca e o queijo nas maos e tudo parece favorecer seu sucesso, mas quando tudo esta para acontecer vem uma situacao inesperada, que pode ser um revez, um detalhe ou mesmo o destino&#8230; e acaba o afastando de seu bem sucedido plano. As vezes ate coisas totalmente inesperadas acontecem, como serrar uma ponte e a montanha cair, desafiando totalmente a lei da gravidade e a logica das coisas. Por mais que ele se empenhe nunca consegue um final satisfatorio, mesmo saindo tudo conforme o planejado. Mas apesar dele nao ser brasileiro, nao desiste nunca e sempre esta a bolar algo que o leve ao seu objetivo. Se ele vai conseguir?? Talvez nao, mas isso nao importa. O que vale eh que ele eh movido pelo desafio da tentativa. O melhor plano sera sempre o proximo e se conseguir seu objetivo, talvez tenha que mudar o foco, mas se nao conseguir, o importante eh correr atras. Podemos levar essa ideia adiante e passa-la pra o nosso dia a dia. Por enquanto eh isso. Um feliz natal e que 2012 seja repleto de conquistas&#8230; porque as lutas virao com certeza&#8230; Abs!</p>
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		<title>THE UNCLES Pt. 3 &#8211; O SHOW&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 19:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[THE UNCLES Pt.3 – O SHOW Para acompanhar a saga completa, recomendo ler primeiro as matérias THE UNCLES Partes 1 e 2 postadas recentemente aqui mesmo no blog&#8230; De início, gostaria de agradecer a todas as pessoas que tornaram tudo isso possível. A todas as esposas que emprestaram seus maridos para os ensaios, meu muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>THE UNCLES Pt.3  – O SHOW</p>
<p>Para acompanhar a saga completa, recomendo ler primeiro  as matérias THE UNCLES Partes 1 e 2 postadas recentemente aqui mesmo no blog&#8230;</p>
<p>De início, gostaria de agradecer  a todas as pessoas que tornaram tudo isso possível. A todas as esposas que emprestaram seus maridos para os ensaios, meu muito obrigado. À minha esposa que ficou com os dois bagunceiros enquanto acertávamos os detalhes das músicas e do show, deixo aqui registrado minha gratidão, amor e admiração.</p>
<p>Ao Glauco, que inicialmente conversei para que pudéssemos concretizar esse projeto, ao Rogério por aceitar de imediato fazer parte dele, meu muito obrigado. Na verdade esse projeto só faria sentido se fosse feito com esses caras, que são os responsáveis diretos pela minha iniciação como “tocador de baixo”, além de excelentes amigos que se mostram sempre presentes. Ao Gustavo “vai Vettel&#8230;”, que além de meu primo se mostrou um exímio tecladista, humilde, prestativo, disponível,  além de uma segunda voz de raro talento. Montar o projeto com esses três culminou na atmosfera perfeita para que os ensaios fluíssem de maneira natural e com grande êxito . Agradeço também ao Neto, amigo / irmão muito querido que topou no ato fazer uma participação especial e se colocou a disposição para o que fosse preciso. Ao Régis deixo meu muito obrigado e meu pedido de desculpas, pois não conseguimos sua participação especial devido a limitações de agenda durante os ensaios no curto período que tínhamos, além de problemas técnicos que fizeram com que alterássemos a data e local do show de última hora.</p>
<p>Agradeço também ao público que nos prestigiou no ESPAÇO AFINAL, em especial aos meus pais, (seu Dimas e dona Graça) minha irmã gravidinha (“tadinha” da Aninha&#8230;), Paulo “cunha”, meu grande amigo Juwando, Adriana, Luis e toda a moçada. A dupla infalível Mau/Mara que sempre nos apóia. Fabião, Terezinha e Cau&#8230; foi um enorme prazer ter vcs lá conosco, Brunão, que boa surpresa! Foi ótimo tê-lo com a gente lá!. Abel e Célia&#8230;valeu. Nando e Ana, que bom vcs estarem lá. Grande Rômulo. Parceirão que sempre apóia a banda comigo ou semmigo. Enfim, sem me estender, gostaria de agradecer a todos pela presença e espero que tenha sido tão bom pra vcs quanto foi pra gente lá em cima do palco.</p>
<p>Vou começar do começo&#8230; A minha expectativa pra esse show era a maior que eu já havia sentido pois não era apenas um show. Tudo veio à tona no dia D. Me preparei com o máximo que eu podia dar durante os ensaios, conversas e acertos com relação às músicas, o que tocar, como distribuir o set, enfim, todos os detalhes eram uma grande preocupação. Vinte anos longe dos palcos não apagaram o prazer e a emoção de subir nele. Com esse show realizei alguns sonhos de outrora, como por exemplo, montar um repertório baseado em rock pesado dos anos 80 e muita coisa boa dos 70 e 60. Ter meu pai na platéia também foi mágico, pois eu sempre quis mostrar a ele que o tiozinho aqui não serve só pra olhar crianças&#8230; se espremer ainda sai um bom caldo rock’n’roll&#8230; Tocar BEATLES pra ele foi uma honra (não sei bem se ele gostou, mas fizemos o nosso melhor)&#8230; Ter minha esposa lá também foi ótimo. Estamos juntos há quase 15 anos e ela nunca tinha visto eu tocar um show completo (não sei também se me ver tocando um show completo era exatamente um sonho que ela tinha, mas de qualquer forma ela assistiu&#8230; até o fim&#8230;). Fato é que no dia e hora marcado estávamos lá.</p>
<p><a href="http://najarock.com.br/Blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=365___Copy.JPG" title="365   Copy"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/photos/365___Copy.JPG" class="pp_image" alt="365   Copy" width="450" height="359" /></a></p>
<p>O show foi pensado para que a principal estrela não fosse nenhum de nós. Queríamos que o destaque ficasse por conta do repertório, que foi escolhido a dedo com representantes de peso do cenário mundial do rock pesado. E no fim das contas acho que conseguimos. Queria que, apesar de ser um repertório pesado, as pessoas conhecessem e identificasse épocas de suas vidas conforme as músicas iam passando.<br />
Pra tentar ganhar a galera, nada melhor que começar com um clássico do QUEEN que todo mundo conhece.WE WILL ROCK YOU numa versão rock’n’roll é sempre uma boa pedida para esquentar qualquer coisa. Na verdade essa música nós nunca tínhamos tocado juntos&#8230; nem separados. Foi um desafio, mas deu certo. Na sequencia mandamos um clássico do mundo do surf-rock. BREAKING ALL THE RULES manteve o alto astral e tava na ponta da língua do pessoal. Essa música seria presença obrigatória no set list, pois essa foi uma das primeiras canções que aprendi a tocar nos idos de 1988. Lembro que ensaiávamos essa música para esse show e me vinham muitas lembranças da época em que éramos todos adolescentes tentando nosso lugar ao sol. A terceira canção tinha que ter muita energia. CRAZY TRAIN foi selecionada para manter a “pegada” da banda. Esse clássico do Ozzy tem seu riff composto pelo brilhante RANDY RHOADS e com certeza está no subconsciente de qualquer pessoa que um dia ouviu meia hora de rock de boa qualidade.<br />
Depois disso, entramos com uma sequencia de rock nacional. Inicialmente pensamos em tocar NX ZERO, RESTART&#8230; nãããããooo. Não é uma boa idéia (na verdade nem pensamos em tocá-los de fato. O dia que eu pensar nisso podem me internar, mas não esperem que eu melhore&#8230;). Falando sério, tínhamos que fazer uma sequencia que tinha a ver conosco, e nada melhor que reviver o bom e velho rock nacional dos anos 80. Começamos com BETE BALANÇO. Clássico do Barão Vermelho e sempre presente nos shows do NAJA desde o começo da banda. Acho que nem o Frejat tocou tanto essa música quanto o Naja. Sem demora entramos com QUE PAÍS É ESSE. Letra infelizmente sempre atual abrilhantou o set representando o eterno Legião Urbana. ENVELHEÇO NA CIDADE do Ira! Vem para homenagear todos os aniversariantes dos últimos 20 anos em que estive longe dos palcos. Ficou tão boa que deveríamos tê-la tocado mais umas 20 vezes&#8230; Nesse “meião” eu queria fazer uma homenagem ao NAJA anos 80, e nada mais indicado para o momento do que incluirmos AVENTUREIRO. Letra e música do Paulo da Matta. Na verdade poderíamos ter escolhido dezenas de outras canções da banda que seria bem representada, mas essa em especial exprime com muita propriedade o espírito de juventude e aventura que sempre deve estar dentro de nós. Ela veio na sequencia e foi muito emocionante tocá-la aos 40 anos. Depois disso veio o clássico do Ultraje. CIÚME tem uma boa pegada e mantém a energia das nacionais. Para fechar essa seleção, elegemos POLÍCIA dos Titãs como a derradeira. Colocamos um pouco mais de velocidade e demos uma cara meio “Sepultura” a ela, assim como Andreas &#038; CIA já haviam feito. No meio dela incluímos a inoxidável GAROTA DE BERLIM no esquema medlley.<br />
De volta às importadas, nada melhor que retornar em grande estilo e HEY JOE é sempre uma boa surpresa e uma ótima representante dos anos 60. Foi uma das canções que deu “liga” à banda. Quando a executamos pela primeira vez nos ensaios percebemos que ali tinha algo especial e que a química mágica havia acontecido. Mantendo a mesma linha, continuamos nos anos 60 e fizemos uma homenagem dupla. WHILE MY GUITAR GENTLY WEEPS nos permitiu lembrar a memória de George Harrison (e claro, dos Beatles) e de Jeff Healey, que foi o responsável pela versão que acabamos executando. Essa foi pro “seu Dimas”&#8230; Fechando a sessão psicodelia, BORN TO BE WILD numa releitura Steppenwolf/The Cult levantou a galera e trouxe à tona a emoção dos anos dourados. Muita gente cantou e agitou conosco. Agora homenageando a década seguinte, o clássico SMOKE ON THE WATER do Purple deu trabalho mas foi executada até o fim. Digo que deu trabalho pois os dedos de um tocador de baixo de 40 anos de idade e que está parado há 20 anos já não tem mais a mesma resistência. Mas o palco faz milagres e tudo correu bem. Essa foi para o Nando e pra Ana. Mais uma vez obrigado pela presença. Ainda nos anos 70, fechamos o primeiro bloco com o clássico HIGHWAY TO HELL. Apesar de não ter dado certo a participação especial do Régis (desculpe meu amigo) que cantaria essa música, conseguimos executá-la “entre tapas e beijos”. Foi um bom encerramento para o primeiro tempo.</p>
<p>Depois da pausa, entraríamos com o playback de Carmina Burana, mas os aparelhos chineses nem sempre suprem satisfatoriamente anseios sonoros de senhores senis (resumindo, aquela bosta do sampler deu pau), tivemos que entrar no seco mesmo com BARK AT THE MOON. Essa tinha que estar no set. Foi uma das primeiras músicas do Ozzy que eu ouvi&#8230; e adorei&#8230; Na sequencia tinha que ter alguma do Iron. Era hora de WASTED YEARS. Qualquer música do Maiden pra mim é sempre um prazer, mas essa tinha que estar lá pois a tocávamos desde 1990. A partir daí era hora do Gustavo trabalhar um pouco mais (rsrsrs&#8230;) e veio a sequencia LOVE AIN’T NO STRANGER, PERFECT STRANGERS e MR. CROWLEY. Confesso que nessa última tentei fazer alguns improvisos, mas o dedo não respondia da forma correta. Ainda bem que o baixo estava baixo. Acho que ninguém notou&#8230; Depois veio BREAKING THE LAW, que no baixo é mais tranqüila e deu pra dar um relax. Tinha que ter pelo menos uma do Judas. A representante do Scorpions (ROCK YOU LIKE A HURRICANE) foi à altura do evento&#8230; e também tranqüila no baixo (ufaa!). Em seguida veio FEAR OF THE DARK. Clássico do Maiden dos anos 90, essa era um desafio para mim devido ao desgaste muscular até ali, mas deu pra levar numa boa, evitando um pouco os acordes originais de Steve Harris. O resultado final foi bem recebido. Logo depois veio a representante do Metallica. ENTRE SANDMAN deu novo gás ao show e a galera curtiu muito. Depois dessa, chamamos o eterno amigo/irmão NETÃO para sua participação mais que especial. Enquanto ele se preparava, a banda tocou uma canção de algum desenho (REI LEÃO talvez&#8230;) até que tudo estivesse ok. Isso ajudou a entreter a galera . ROCK’N’ROLL ALL NIGHT do Kiss foi tocada pela banda e cantado por mim. Não sei se ficou bom, mas eu curti muito cantá-la (ou melhor, berrá-la) em cima do palco. Com esse line up, fizemos ainda um dos melhores Metal/farofa de todos os tempo. WE’RE NOT GONNA TAKE IT também foi bem recebida pelo pessoal que ajudou a cantar (na verdade eu é que atrapalhei), mas foi bem legal. Depois dessa o Neto me passou as 4 cordas novamente e eu passei o microfone pro Glauco (ufaa!).</p>
<p>Faltava uma pra representar a fundação do Heavy Metal. PARANOID foi escolhida&#8230; não falta mais&#8230; Fizemos como na versão registrada em Live Evil e o seu final incluiu o riff principal de HEAVEN AND HELL. Nossa pequena homenagem ao gigante Ronnie James DIO.</p>
<p>Pra fechar o show, a escolhida foi SGT. PEPPER’S LONELY HEART CLUB BAND / THE END. Esse final eu sempre quis fazer desde o início do projeto. Ao presenciar o show de Paul McCartney no Morumbi e vê-lo terminar o show com esse medlley, não tive dúvida. Os “tiozão” vão ter que terminar assim também. Mesmo sem as surpresas do telão, acho que foi o final ideal.</p>
<p>Quando tudo parecia terminado, a banda NAJA de fato (Glauco, Rogério e Neto) se reuniram no palco junto com o Gustavo Vettel e tocaram KILLING IN THE NAME (Rage Against the Machine) e BURN (Deep Purple). Eu fiquei no balcão lá embaixo tomando uma água e curtindo aquela reunião. Confesso que foi um momento emocionante.</p>
<p>Mais uma vez quero agradecer a todos&#8230; Agora vamos rumo à comemoração dos 50 anos. Provavelmente será um show acústico, com cerca de 10 músicas e pausa para tomar o captopril&#8230;</p>
<p>Abs a todos&#8230; e até lá.</p>
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		<title>THE UNCLES&#8230; 03/12 &#8211; SÁBADO TÁ CHEGANDO !!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 22:58:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://najarock.com.br/Blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=the_uncles_afinal.jpg" title="the uncles afinal"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/photos/the_uncles_afinal.jpg" class="centered" alt="the uncles afinal" width="307" height="450" /></a><a href="http://najarock.com.br/Blog/?pagename=album&amp;?pp_album=main&amp;pp_cat=default&amp;pp_image=THE_UNCLES_AFINAL_2.jpg" title="THE UNCLES AFINAL 2"><img src="http://najarock.com.br/Blog/wp-content/photos/THE_UNCLES_AFINAL_2.jpg" class="centered" alt="THE UNCLES AFINAL 2" width="307" height="450" /></a></p>
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		<title>THE UNCLES Pt. 2 &#8211; Alive and Kickin&#8217;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 23:06:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sugerimos ler a matéria abaixo (THE UNCLES PARTE 1) antes de ler o texto a seguir&#8230; Toda a parte burocrática resolvida, vamos então colocar em prática o combinado. Marcamos o primeiro ensaio. Confesso que fiquei apreensivo, pois aos 40 anos tudo é mais difícil, inclusive fazer algo que não se faz há 20 anos&#8230;, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sugerimos ler a matéria abaixo (THE UNCLES PARTE 1) antes de ler o texto a seguir&#8230;</p>
<p>Toda a parte burocrática resolvida, vamos então colocar em prática o combinado. Marcamos o primeiro ensaio.<br />
Confesso que fiquei apreensivo, pois aos 40 anos tudo é mais difícil, inclusive fazer algo que não se faz há 20 anos&#8230;, mas a vida nos coloca desafios e temos que superá-los. Fui com a cara e a coragem&#8230; e o baixo, agora de roupagem nova pois acabara de ganhar um case. O coitado havia passado os últimos 24 anos dentro de uma calça de moleton&#8230; Antes da primeira música começar eu estava muito feliz de poder compartilhar aquele momento com amigos tão especiais, mas de fato não tinha certeza se daria conta do recado. Para minha grata surpresa, conseguimos passar cerca de 15 músicas já nesse dia e aos poucos as notas, o ritmo, enfim, tudo ia voltando à mente como uma avalanche represada há 20 anos com força total. Nesse ensaio estavamos eu, o Glauco e o Gério. Rendeu bem, mas parecia faltar alguma coisa. Foi então que lembrei do Gugu&#8230; não o da Record&#8230; mas o brilhante tecladista da banda ROCKJAM&#8230; e meu primo. Assisti a um ensaio de sua banda (que por sinal é muito boa) e gostei muito do seu estilo objetivo e certeiro. Sem firulas e rodeios. O cara usa seu teclado de forma simples e direta, dando à música aquilo que ela pede&#8230; Enfim, chega de rasgar seda pro cara (Gugu, depois c me paga uma Grapete&#8230;).<br />
Pra resumir, convidei-o para integrar os THE UNCLES oficialmente e graças a Deus ele aceitou. Tá bom, tá bom&#8230; grande parte do sucesso da banda se deve ao Glauco e ao Gério, que tem um entrosamento de 25 anos e são dois puta músicos bons. Aliás, obrigado por aceitarem fazer parte desse projeto&#8230;<br />
Fato é que a partir do segundo ensaio o Gugu participou e contribuiu bastante no som e na segunda voz. Começamos então a trabalhar mais em músicas que não tocavamos juntos e a coisa foi saindo naturalmente.<br />
Desde então estamos nos empenhando bastante e temos conseguido ótimos resultados&#8230; Agora é só definir a nova data para o show e fazer uma grande festa para todos os nossos queridos amigos. Contamos com a presença de todos&#8230; A próxima publicação do blog será a resenha desse show. Aguardem&#8230; postaremos fotos. Vc poderá estar em alguma delas&#8230; Abs e até breve&#8230;</p>
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		<title>THE UNCLES PARTE 1</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 11:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[COMO TUDO COMEÇOU&#8230; Pois é meus queridos amigos. O tempo passa e a vida segue seu rumo, mas chega um momento que as raízes batem à nossa porta e simplesmente temos que fazer aquilo que deve ser feito. Depois de 20 anos de um mega hiato estou de volta para um show muito especial. Antes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>COMO TUDO COMEÇOU&#8230;</p>
<p>Pois é meus queridos amigos. O tempo passa e a vida segue seu rumo, mas chega um momento que as raízes batem à nossa porta e simplesmente temos que fazer aquilo que deve ser feito. Depois de 20 anos de um mega hiato estou de volta para um show muito especial. Antes dos detalhes, vamos do início.</p>
<p>Na verdade tudo isso começa numa rápida e dolorosa conversa com Glauco e Rogério no fim de 1992, quando por motivos pessoais e intransferíveis tive que, a contra gosto, deixar de fazer algo muito importante para mim. Já parei diversas vezes para pensar o por que de ter parado de tocar e nunca cheguei a uma conclusão definitiva. Já culpei Deus e o mundo. Hoje entendo que se existe algum culpado por minha saída do cenário musical, esse alguém fui eu mesmo&#8230; as explicações a serem descritas tomariam muito tempo de vocês, então ficaremos por aqui. Enfim, fato é que desde então venho pensando uma maneira de voltar a ativa, mas nunca conseguia me empenhar o suficiente para concretizar esse retorno.</p>
<p>Por algumas vezes participei de reuniões ou ensaios esporádicos onde tocavamos algo sem ensaio (o que sair, saiu&#8230;) na garagem ou estúdio de grandes amigos com a finalidade de relembrar bons tempos, tomar uma cerveja e matar saudade. O compromisso começava e terminava ali mesmo, porém a cada vez que acontecia, era com extrema intensidade. Invariavelmente assistia shows de bandas de amigos e sempre com aquela idéia de voltar a fazer isso um dia. O que me consolava era ter o oportunidade de ir aos shows das bandas que me influenciaram e que de repente passaram a se apresentar no Brasil. E assim foi por mais de 10 anos.</p>
<p>Em Outubro de 2003 encontrei-me com Glauco, sujeito este responsável pela minha escolha instrumental direta, (contra baixo &#8211; a indireta foi um sujeito chamado Steve Harris&#8230;) e no meio de uma conversa, disse a ele que tinha vontade de montar uma banda no intuito de tocar apenas clássicos do Metal especificamente da década de 80, abrangendo bandas como JUDAS PRIEST, IRON MAIDEN, OZZY OSBOURNE, AC/DC entre muitas outras, e depois de muitos devaneios, ele, como sempre muito amigo, ouviu tudo, viajou comigo nas possibilidades e se colocou a disposição para tal projeto, pois ele também gostaria de fazer algo parecido.</p>
<p>Depois disso, ensaiei sozinho e acabei montando um bom set list pessoal de covers, mas nunca mais falamos sobre isso e a coisa acabou se perdendo. Tempos depois ele me convidou para participar de um projeto para tocar pop rock nacional e mpb. Cheguei a fazer um ensaio com a banda, mas eu estava muito tempo parado e além de ter muita dificuldade em acompanhar esse estilo de música, não era uma idéia que me atraía.</p>
<p>Nos últimos anos, sempre que possível eu comparecia aos shows do NAJA, e muito gentilmente a banda me convidava a subir ao palco e fazer alguma brincadeira tocando ou cantando (o que não é o meu forte), mas a galera comprava a brincadeira e a participação era sempre bem recebida.</p>
<p>E o tempo foi passando até que, há cerca de 1 ano apareceu a idéia de comemorar os meus 40 anos de uma maneira marcante&#8230; A primeira coisa que veio à mente foi fazer um show memorável. Mas será que conseguiria? Os compromissos e o dia-a-dia vão nos engolindo e quando percebemos lá se vão mais seis meses em 5 minutos. Mas eis que, em Junho de 2011, a Chris resolve montar a tradicional festa junina da família numa chácara e organiza todos os detalhes para tal festança. Ela queria fazer algo diferente, então dei a idéia de chamarmos o pessoal do CACHORRO SURDO NÃO UIVA (projeto musical de Glauco / Marcinho para apresentações e pocket show). Falei com ela, com eles e tudo foi combinado. No dia, depois de alguns contratempos, eles se apresentaram e o que deveria durar 1:30h acabou passando mais de uma hora do combinado, sendo que todos os presentes curtiram, participaram e dançaram a quadrilha mais Rock&#8217;n'Roll dos últimos tempos&#8230; e com uma participação meio desafinada, mas muito animada deste que vos escreve. Todos entraram no clima e curtiram muito mesmo.<br />
Depois disso, via FACEBOOK, conversávamos eu e Glauco sobre o evento e no meio do assunto mostramos interesse mútuo em fazer algum projeto. Foi quando eu disse que tinha em mente há algum tempo fazer um show de comemoração de 40 anos naquele molde Metal-oitentista, nem que fosse único, o último ou até mesmo o primeiro de uma série, e acertamos que, assim que falássemos com todos os envolvidos a gente concretizaria esse sonho. E foi o que fizemos. Dias depois falei com o Rogério e ele topou de imediato&#8230;.</p>
<p>                  ===== TO BE CONTINUED =====</p>
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